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  • Leonardo Molinar

A tecnologia na fabricação do ezzebike - Parte 1

Atualizado: 28 de Out de 2020

De uma dor nas costas, passando por um arame, depois por algumas adaptações e ajustes, até chegarmos no atual modelo do ezzebike 1.0, sua primeira geração.


Fase 1: Teste de Conceito

No início era um pedaço de arame.

Não duvide! Minhas dores nas costas, nas mãos, braços e nuca eram tantas que eu decidi pegar um pedaço de arame e amarrar no guidão da bike. Era só para erguer a coluna de vez em quando para aliviar as dores. Saí pedalando... Quando as dores começavam, eu puxava o arame e continuava pedalando e controlando a bicicleta segurando pelo arame. O alívio era instantâneo! E o prazer também! Mas dava um pouco de insegurança pois era um material muito flexível e eu não conseguia fazer as curvas direito. Precisava melhorar.


Tentei usar tubos de alumínio industriais.


Comprei tubos de alumínio industrial. Cortei em pedaços e fiz algumas curvas. Nas extremidades, fiz furos para conectar com abraçadeiras de plásticos adaptadas das motocicletas. Eram abraçadeiras de plásticos, daquelas de fixar as antenas-corta-pipa.

Instalei na minha bike e fui para as estradas.


Lá pelas tantas, depois de uns 30km de ida, comecei a voltar do meu pedal. As dores já estavam incomodando. Acionei o dispositivo de alumínio e, novamente, senti o alívio e o prazer de pedalar sem dores. Entretanto, as abraçadeiras de plásticos deslizavam, como se girassem em falso, escorregando em torno do guidão. Isso não permitia que eu controlasse eficazmente a direção da bike. Após alguns esforços de tração sobre o tubo de alumínio para manter o controle da bicicleta, percebi que as dobras do alumínio estavam fatigando e apresentavam pequenas fissuras. Desativei o dispositivo antes que quebrassem. Precisava de outro tipo de material mais resistente.


Fase 2: Testes de Materiais


Passamos a testar os tubos de aço carbono combinados com abraçadeiras metálicas.


Desenvolvi, com o apoio de fornecedores do setor metalúrgico, um arco de tubo metálico curvado em máquinas de dobra metálicas e, também com o apoio de fornecedores de usinagem mecânica, desenvolvemos nosso primeiro modelo de abraçadeira metálica de aço carbono.

Com esse modelo de tubo metálico de aço carbono foi possível elevar consideravelmente a qualidade do conforto e da segurança em se ter total controle sobre a direção da bicicleta. Não havia mais aquela excessiva flexibilidade anterior. Agora, a sensação de controle era bem melhor pela maior rigidez do material. Ao mesmo tempo que a abraçadeira metálica proporcionava maior resistência à tração e, ao mesmo tempo, permitia a rotação do dispositivo sobre o seu eixo, levando-o da posição ativo (em uso) para a posição inativa (fora de uso) com um rápido e simples giro. Passei várias semanas testando essa versão do protótipo. Mais uma vez, entretanto, após vários pedais, uma das abraçadeiras fatigou e apareceram trincas na região da fresa por onde gira o arco. Tinha que reforçar a estrutura sem, entretanto, aumentar o peso do conjunto.


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Continua no próximo post.


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